Andar, sempre que posso, enfiada em alfarrabistas, dá nisto:

 

O subúrbio elegante como uma bela rua de Paris, é favorecido por um cibinho de luz. O elemento democrático conta alguns centos de almas. Aqui tão pouco o casario se sucede. Extinguem-se desajeitadamente do campo, o “condado” que encheu o ocidente eterno das florestas e das plantações prodigiosas onde fidalgos selvagens prosseguem suas crónicas sob a luz gerada.

Estremece à paisagem dos caçadores e das hordas. A comédia mete o pé nos palcos da erva, e o embaraço dos pobres e dos débeis no meio destas estúpidas prespectivas. “

Belos e actuais textos  escritos  por Rimbaud e traduzido por Mário Cesariny em “Uma cerveja no Inferno”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Rimbaud