Já venho

É costume dizer-se :
“Depois da tempestade, vem a bonança.”
Acontece que nem sempre é assim, após a felicidade, pela segunda vez, o Universo me ter ofertado com mais uma netinha, essa alegria manter-se-á pela vida fora, apesar de, após alguns dias passados uma triste sombra ter descido, sobre a mulher de quem nasceu o homem com quem partilho um caminho de vida há muitos anos.
A minha sogra, não é simplesmente minha sogra, é a mãe do meu marido, tem sido companheira ao longo de anos, tem sido minha amiga, tem sido minha mãe.
Sofreu um brutal acidente de viação, do qual ficou muito mal tratada.
O corpo clínico que a segue, dá-nos algumas leves esperanças de reabilitação.
Aguardo com Fé que a mesma se realize.
Nesta fase da minha vida, caminho entre casa e hospital, pelo que raramente aqui virei.

Aos que me lêem, aos que me comentam, as minhas desculpas por não responder individualmente, e por vezes não responder aos seus mail’s, mas a minha prioridade é ajudar a cuidar duma pessoa a quem amo muito.

Um dia destes espero voltar, e regressar com alegria.

Um bem haja para todos e para a L. esta flôr

(Foto tirada pela bisneta)

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O que dizer e o que calar…

“Quiet Harmony”

Uma contenda na vida, é fundamental. Sempre desconfiei muito da felicidade real das pessoas, que dizem que os “abalos” não são a sua especialidade.
Mas uma boa briga é extremamente sadia, faz parte da dinâmica de uma boa relação, quando a mesma é sã.
Quando não, não há hipótese, basta um simples devaneio de ideias e os ânimos logo se alteram, e lá se vai dizendo, tudo o que se pensa, cegos de raivas, avança-se, agride-se, insulta-se. E muito dificilmente nos damos por vencidos.
No final, que felizmente acaba por chegar, estamos desfeitos, esvaziados, não tanto pela fúria para com o outro, mas pelo nosso próprio élan destrutivo.
Ficamos em seguida como resíduos difíceis de ser diluídos, dissemos frases violentas, fazemos julgamentos grosseiros dos quais em seguida nem sequer sentimos o menor orgulho.
Se por um lado “esvaziar o saco” nos dá uma sensação de alívio, por outro transmite-nos uma sensação de culpa.
E é justo que a culpa exista, se num momento de descontrolo, se disse coisas, que não se diria até aqueles, que nos são menos simpáticos.
Com o tempo talvez consigamos descobrir que a mesma fórmula de argumento não pode, nem deve ser de igual forma para todos, porque cada um de nós é uno.
Esta será uma sabedoria, aprender, quando as coisas piores, que dizemos a outros , fazem mal, sobretudo a nós mesmos.

A vida envolve-nos.
O tempo e as gentes encarregam-se
de nos corromper as esperanças.

Estações

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As folhas secas vão caindo, mas ao longe as verdes vão chegando, devagarinho, devagarinho …

Músicas que gosto

I used to think that I could not go on
And life was nothing but an awful song
But now I know the meaning of true love

I’m leaning on the everlasting arms
If I can see it, then I can do it
If I just believe it, there’s nothing to it
If I can see it, then I can be it
If I just believe it, there’s nothing to it

I believe I can fly
I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away
I believe I can sore
I see me running through that open door
I believe I can fly
I believe I can fly
I believe I can fly

See I was on the verge of breaking down
Sometimes silence can seem so loud
There are miracles in life I must achieve
But first I know it starts inside of me

Cause I believe in me
If I just spread my wings
I can fly
I can fly, I can fly
If I just spread my wings
I can fly, woo
Check it out
Hmm.. fly fly fly

A 30 de Setembro de 2009

A vida ofereceu-me uma outra neta.

O seu pézito é do tamanho do meu dedo.

Não foi por acaso, que o indicador está em direcção ao Alto, pois entrego-lhe mais esta flôr do meu jardim, para que com a Sua ajuda, e o nosso amor possamos indicar-lhe o Caminho da Felicidade.

Que sejas feliz minha flôr!